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Alimentos impulsionam maior alta de preços para junho desde 1995
Alimentos impulsionam maior alta de preços para junho desde 1995
Alimentos impulsionam maior alta de preços para junho desde 1995

Alimentos impulsionam maior alta de preços para junho desde 1995

Matéria: IBGE Ficando bem acima da taxa de 0,4% registrada em maio, a inflação fechou junho em 1,26%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje pelo IBGE, é o maior desde janeiro de 2016, quando foi registrada alta de 1,27%, e o maior para um mês de junho desde 1995 (2,26%). Com índice de 2,03%, o grupo alimentação e bebidas foi o que mais influenciou o resultado, sendo responsável por 0,50 ponto percentual da composição da taxa no mês. As principais altas ficaram com o leite longa vida (de 2,65% em maio para 15,63% em junho) e o frango inteiro (de -0,99% em maio para 8,02% em junho). Com inflação de 2,48%, o grupo habitação foi responsável pelo segundo maior impacto do mês, influenciado principalmente pela energia elétrica, que apresentou variação de 7,93%, contra 3,53% registrada em maio. O aumento foi determinado pela vigência de nova bandeira tarifária que adicionou, em todo o país, cobrança de R$0,05 a cada quilowatt consumido e por reajustes de preços em Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte. Já no grupo transportes, as quedas de 5,66% no óleo diesel e de 2,05% nas passagens aéreas não conseguiram conter a inflação, que ficou em 1,58%, pressionada em grande parte pelos aumentos de 5,00% na gasolina e 4,22% no etanol. Dos nove grupos investigados pela pesquisa, apenas vestuário, com índice de -0,16%, obteve deflação em junho, enquanto comunicação manteve estabilidade (0%). Com o resultado, a inflação geral acumulou 2,60% em 2018 e 4,39% nos últimos doze meses. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 30 de maio a 27 de junho de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 28 de abril a 29 de maio de 2018 (base).

16 de jul. de 2018
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Matéria: IBGE Ficando bem acima da taxa de 0,4% registrada em maio, a inflação fechou junho em 1,26%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje pelo IBGE, é o maior desde janeiro de 2016, quando foi registrada alta de 1,27%, e o maior para um mês de junho desde 1995 (2,26%). Com índice de 2,03%, o grupo alimentação e bebidas foi o que mais influenciou o resultado, sendo responsável por 0,50 ponto percentual da composição da taxa no mês. As principais altas ficaram com o leite longa vida (de 2,65% em maio para 15,63% em junho) e o frango inteiro (de -0,99% em maio para 8,02% em junho). Com inflação de 2,48%, o grupo habitação foi responsável pelo segundo maior impacto do mês, influenciado principalmente pela energia elétrica, que apresentou variação de 7,93%, contra 3,53% registrada em maio. O aumento foi determinado pela vigência de nova bandeira tarifária que adicionou, em todo o país, cobrança de R$0,05 a cada quilowatt consumido e por reajustes de preços em Curitiba, Brasília, Porto Alegre e Belo Horizonte. Já no grupo transportes, as quedas de 5,66% no óleo diesel e de 2,05% nas passagens aéreas não conseguiram conter a inflação, que ficou em 1,58%, pressionada em grande parte pelos aumentos de 5,00% na gasolina e 4,22% no etanol. Dos nove grupos investigados pela pesquisa, apenas vestuário, com índice de -0,16%, obteve deflação em junho, enquanto comunicação manteve estabilidade (0%). Com o resultado, a inflação geral acumulou 2,60% em 2018 e 4,39% nos últimos doze meses. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 30 de maio a 27 de junho de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 28 de abril a 29 de maio de 2018 (base).

 
 
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