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Campanha Salarial não foi concluída, sindicato ainda está em negociação com patronal
Campanha Salarial não foi concluída, sindicato ainda está em negociação com patronal
Campanha Salarial não foi concluída, sindicato ainda está em negociação com patronal

Campanha Salarial não foi concluída, sindicato ainda está em negociação com patronal

A Campanha Salarial de 2017 de trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes de Sorocaba e região ainda não foi concluída. Depois da assembleia que decidiu o percentual de reajuste salarial da categoria, foram feitas várias rodadas de negociações entre o Sinthoressor e os representantes patronais, mas ainda não houve acordo. Segundo o presidente do Sinthoressor, Cícero Lourenço Pereira, a demora nas negociações, este ano, é um dos reflexos da política nacional que afetou todos os segmentos da economia. As reformas propostas pelo governo, entre elas a Trabalhista, que já foi aprovada, também contribuíram para a paralisação nas discussões em diversos setores. Alguns, que arriscaram entrar em greve, como os Correios, obtiveram conquistas mínimas e um percentual de reposição salarial irrisório. Trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes de Sorocaba e região aprovaram em assembleia 10% de reajuste salarial para repor as perdas salariais de 2016/2017 . A assembleia da categoria foi realizada no último dia 25 de junho, no Clube de Campo do Sinthoressor, com a particvipação de mais de mil trabalhadores. Durante a assembleia o presidente falou sobre o cenário político atual. Segundo ele, nunca houve na história do país um presidente que retirasse tantos direitos dos trabalhadores, como Michel Temer. “As reformas Trabalhista, Previdenciária e a Terceirização, se aprovadas, colocarão fim a direitos que foram adquiridos ao longo de anos de luta pelos sindicatos. Essas reformas acabam com a CLT (Consolidação de Leis do Trabalho), que há mais de 70 anos asseguram os direitos dos trabalhadores”, disse ele. O presidente previu que daqui para frente às possibilidades de avanço nas negociações e nas conquistas da categoria serão ainda menores, do que em anos anteriores. Isto porque, o governo está tentando de todas as formas enfraquecer o movimento sindical e com isso deixar os trabalhadores desamparados, sem representatividade. Dessa forma, fica mais fácil obrigar a classe trabalhadora a ceder para os patrões. “Mesmo diante desse cenário caótico, continuaremos lutando e buscando novas conquistas para todos os trabalhadores”, disse ele.

9 de out. de 2017
2 min de leitura

A Campanha Salarial de 2017 de trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes de Sorocaba e região ainda não foi concluída. Depois da assembleia que decidiu o percentual de reajuste salarial da categoria, foram feitas várias rodadas de negociações entre o Sinthoressor e os representantes patronais, mas ainda não houve acordo. Segundo o presidente do Sinthoressor, Cícero Lourenço Pereira, a demora nas negociações, este ano, é um dos reflexos da política nacional que afetou todos os segmentos da economia. As reformas propostas pelo governo, entre elas a Trabalhista, que já foi aprovada, também contribuíram para a paralisação nas discussões em diversos setores. Alguns, que arriscaram entrar em greve, como os Correios, obtiveram conquistas mínimas e um percentual de reposição salarial irrisório. Trabalhadores de hotéis, bares e restaurantes de Sorocaba e região aprovaram em assembleia 10% de reajuste salarial para repor as perdas salariais de 2016/2017 . A assembleia da categoria foi realizada no último dia 25 de junho, no Clube de Campo do Sinthoressor, com a particvipação de mais de mil trabalhadores. Durante a assembleia o presidente falou sobre o cenário político atual. Segundo ele, nunca houve na história do país um presidente que retirasse tantos direitos dos trabalhadores, como Michel Temer. “As reformas Trabalhista, Previdenciária e a Terceirização, se aprovadas, colocarão fim a direitos que foram adquiridos ao longo de anos de luta pelos sindicatos. Essas reformas acabam com a CLT (Consolidação de Leis do Trabalho), que há mais de 70 anos asseguram os direitos dos trabalhadores”, disse ele. O presidente previu que daqui para frente às possibilidades de avanço nas negociações e nas conquistas da categoria serão ainda menores, do que em anos anteriores. Isto porque, o governo está tentando de todas as formas enfraquecer o movimento sindical e com isso deixar os trabalhadores desamparados, sem representatividade. Dessa forma, fica mais fácil obrigar a classe trabalhadora a ceder para os patrões. “Mesmo diante desse cenário caótico, continuaremos lutando e buscando novas conquistas para todos os trabalhadores”, disse ele.

 
 
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