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Desembargador agradece participação do  SINTHORESSOR  no Seminário de Combate ao Trabalho Infantil
Desembargador agradece participação do  SINTHORESSOR  no Seminário de Combate ao Trabalho Infantil
Desembargador agradece participação do  SINTHORESSOR  no Seminário de Combate ao Trabalho Infantil

Desembargador agradece participação do  SINTHORESSOR  no Seminário de Combate ao Trabalho Infantil

O desembargador João Batista Martins César, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região e presidente do Comitê de Erradicação do Trabalho Infantil agradeceu oficialmente o apoio dado pelo SINTHORESSOR, na realização de um dos mais importantes eventos de combate ao trabalho infantil realizado, em Sorocaba. Na carta endereçada ao presidente do sindicato, Cícero Lourenço Pereira, o desembargador disse que espera continuar contando com a entidade para futuros eventos, “na certeza que os esforços de todos são decisivos para a construção de uma sociedade mais inclusiva, especialmente sem a chaga do trabalho infantil. ” O evento, 1º Seminário sobre o Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), foi realizado no último dia 11 de junho em parceria com a Secretaria de Igualdade e Assistência Social (Sias), por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). O seminário ocorreu no Teatro Municipal Teotônio Vilela – TMTV, foi organizado pelo CMDCA com o apoio do Fórum Nacional de Prevenção e Erradiação do Trabalho Infantil – FNPETI, junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e apoio do SINTHORESSOR. O Seminário fez parte das comemorações do Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, instituído pela Lei nº 11.542, de 12 de junho de 2007. O evento teve o objetivo alertar a população sobre as consequências do trabalho infantil, fazendo, assim, a conscientização sobre a importância de garantir às crianças e aos adolescentes todos os direitos que lhe cabem. Na ocasião, estavam presentes o desembargador do Trabalho, João Batista Martins César, o Procurador do Trabalho, Juliano Alexandre Ferreira, a Promotora de Justiça da Infância e Juventude do Ministério Público do Estado de São Paulo, Cristina Palma, entre outros. Sobre trabalho infantil A pesquisa “Pobreza na Infância e na Adolescência”, feita pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) aponta que cerca de 2,5 milhões de brasileiros entre 5 e 7 anos, estão na condição do trabalho infantil. O problema, considerado sério pelos organismos nacionais e estrangeiros, afirma, entretanto, que há uma má interpretação da sociedade para com o assunto. “ Visto como meio de promover o senso de responsabilidade ou, por compaixão, incentivado a partir do auxílio monetário, o trabalho infantil passa despercebido em muitos casos”, destaca o texto da ONG, ChildFund Brasil – Fundo para Crianças. Segundo as Leis Brasileiras, o trabalho é liberado para adolescentes acima dos 14 anos dentro do programa Jovem Aprendiz, que tem regras específicas para o trabalho. Ainda de acordo com a ONG, a exploração do trabalho infantil traz, pelo menos, três sérias consequências às crianças e adolescentes, muitas vezes, irreversíveis: a econômica, que os deixa sem perspectivas a partir do momento em que se sentem obrigados a deixar a escola e, consequentemente, sem condições de obter estudo para tentar uma boa condição na vida; a saúde, já que são expostos a condições insalubres e inseguros, além dos psicológicos porque lidam com a questão emocional e abusos sexuais, danos que podem os acompanhar para a vida toda provocando a baixa autoestima. Fonte: Prefeitura de Sorocaba

24 de jul. de 2019
2 min de leitura

O desembargador João Batista Martins César, do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região e presidente do Comitê de Erradicação do Trabalho Infantil agradeceu oficialmente o apoio dado pelo SINTHORESSOR, na realização de um dos mais importantes eventos de combate ao trabalho infantil realizado, em Sorocaba. Na carta endereçada ao presidente do sindicato, Cícero Lourenço Pereira, o desembargador disse que espera continuar contando com a entidade para futuros eventos, “na certeza que os esforços de todos são decisivos para a construção de uma sociedade mais inclusiva, especialmente sem a chaga do trabalho infantil. ” O evento, 1º Seminário sobre o Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), foi realizado no último dia 11 de junho em parceria com a Secretaria de Igualdade e Assistência Social (Sias), por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). O seminário ocorreu no Teatro Municipal Teotônio Vilela – TMTV, foi organizado pelo CMDCA com o apoio do Fórum Nacional de Prevenção e Erradiação do Trabalho Infantil – FNPETI, junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e apoio do SINTHORESSOR. O Seminário fez parte das comemorações do Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, instituído pela Lei nº 11.542, de 12 de junho de 2007. O evento teve o objetivo alertar a população sobre as consequências do trabalho infantil, fazendo, assim, a conscientização sobre a importância de garantir às crianças e aos adolescentes todos os direitos que lhe cabem. Na ocasião, estavam presentes o desembargador do Trabalho, João Batista Martins César, o Procurador do Trabalho, Juliano Alexandre Ferreira, a Promotora de Justiça da Infância e Juventude do Ministério Público do Estado de São Paulo, Cristina Palma, entre outros. Sobre trabalho infantil A pesquisa “Pobreza na Infância e na Adolescência”, feita pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) aponta que cerca de 2,5 milhões de brasileiros entre 5 e 7 anos, estão na condição do trabalho infantil. O problema, considerado sério pelos organismos nacionais e estrangeiros, afirma, entretanto, que há uma má interpretação da sociedade para com o assunto. “ Visto como meio de promover o senso de responsabilidade ou, por compaixão, incentivado a partir do auxílio monetário, o trabalho infantil passa despercebido em muitos casos”, destaca o texto da ONG, ChildFund Brasil – Fundo para Crianças. Segundo as Leis Brasileiras, o trabalho é liberado para adolescentes acima dos 14 anos dentro do programa Jovem Aprendiz, que tem regras específicas para o trabalho. Ainda de acordo com a ONG, a exploração do trabalho infantil traz, pelo menos, três sérias consequências às crianças e adolescentes, muitas vezes, irreversíveis: a econômica, que os deixa sem perspectivas a partir do momento em que se sentem obrigados a deixar a escola e, consequentemente, sem condições de obter estudo para tentar uma boa condição na vida; a saúde, já que são expostos a condições insalubres e inseguros, além dos psicológicos porque lidam com a questão emocional e abusos sexuais, danos que podem os acompanhar para a vida toda provocando a baixa autoestima. Fonte: Prefeitura de Sorocaba

 
 
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